Um presente para a Carol de 14 anos

Poucas coisas me doeram tanto quanto aquele 2002.

Hormônios, amizades, crushes não correspondidos, brigas e um complexo de inferioridade que durou quase a minha vida inteira – e que resolve aparecer de vez em quando eu forma de auto sabotagem.

Eu olho para aquela menina tão bobinha e insegura… E eu quero dar algo para ela. O universo recompensou muita coisa na minha vida, de verdade, e foram muitas coisas boas. Eu realmente não tenho do que reclamar: tenho um emprego que amo, um namorado maravilhoso, não tenho dívidas e tenho saúde – fora essa semana, eu tenho saúde.

Eu sou rancorosa. Poxa, eu sofri tanto naquela época que até parece que não sou grata pelo que tenho agora, mas não não é isso… É uma tristeza que ainda mora em mim e que eu preciso tirar.

Por isso vou fazer o que aquela menina tentou muito e nunca conseguiu: ser ela mesma.

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