Desabafos e outros dramas · Metas

What the fox say?

Foi de supetão mas foi uma ideia tão acertada e lúcida que eu nem imaginei que daria tão certo quanto deu.

E deu.

Coloquei meu patrono no braço. A minha raposa, minha ambivalência humana, meu bem e mal, instintiva e primitiva. No Oriente, a raposa é fertilidade. Mas ela também representa a pessoa traiçoeira. Porque a gente não consegue ser bom o tempo inteiro…

Eu falei sobre meu lado violento no post anterior. Eu odeio filmes de terror e de violência. Odeio a violência gráfica, odeio ver vídeos violentos. É outra coisa aqui dentro… É uma raiva gigante. Uma raiva que eu não sei descrever. É uma raiva que me acomete e me faz apertar os dentes, me faz socar a parede, que me faz arrancar, literalmente, os cabelos. Essa raiva existe. Mas ela fica guardada, porque ela é traiçoeira, é a raiva que faz com que eu sabote as minhas conquistas, meus planos, minhas metas. E é dessa raiva que meu patrono me protege, que minha raposa vai guardar.

Bem-vinda ao mundo, Foxy.

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