Cinema e Filmes · livros

Jojo Moyes Fever (A febre Jojo Moyes)

Eu já comentei aqui que leio muito e que leio de tudo. Minha autora do momento é a Jojo Moyes e seus romances divertidos.

Fiquei sabendo da existência de Jojo com o filme “Como eu era antes de você” que, salvo umas pequenas diferenças, é bem próximo do livro. Li a sequência “Depois de você” e engatei no “Nada mais a perder“, que não faz parte da sequência.

Jojo escreve romances. Não são histórias super complexas, mas são histórias sobre pessoas. A abordagem é mais direta e a leitura é bem rápida, o que facilita muito para quem curte uma leitura matinal no metrô (essa vida vai acabar, yey).

Não espere clássicos, não são. Assim como outros autores fenômeno – Dan Brown, E. L. James, Kiera Cass – eles lançam uma dúzia (ou menos) de livros, criam alguns personagens marcantes, viram filme (às vezes) e… Pronto. Não vão ser clássicos da literatura mundial estudados nas escolas. Acho que J. K. Rowling conseguiu isso, mas tenho minhas dúvidas quanto aos citados acima. Jojo está ali: não será clássico, mas é uma leitura divertida e eu curti muito acompanhar as histórias tanto da Louisa Clark quanto da Sarah Lachapelle – aliás, me apaixonei por ambos os personagens, a Lou por ser uma menina atrapalhada e que “não sabe o que está acontecendo” e a Sarah por ser muito astuciosa e querida.

jojo-moyes
Essa é a Jojo. Dá vontade de ser amiga dela, né?

Jojo Moyes trabalhou por quase 10 anos no The Independent – você vai notar uma certa coerência de manuais de redação no texto, que são extremamente fluídos e fáceis de ler – e começou a lançar seus romances em 2002. Já são mais de 10 livros com uma adaptação para o cinema, além de ter ocupado a lista de mais vendidos em 9 países com “Como eu era antes de você”. Sucesso, né?

E você, leu e curtiu algum livro da autora?

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4 comentários em “Jojo Moyes Fever (A febre Jojo Moyes)

  1. Miga, leia “A garota que você deixou pra trás”. Pra mim esse é o melhor livro dela, pelo contexto histórico, pelo fato de serem duas personagens principais e os homens serem meros coadjuvantes, a narrativa, a fluidez na troca de épocas. Simplesmente o melhor.
    Agora o “a última carta de amor” eu sequer consegui terminar. Chato toda vida.

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