Receita – Soba com funghi, shimeji, missô e shoyu

A aparência não é das melhores, afinal, cogumelos não são bonitos. Porém, o gosto é outra história: os cogumelos tem um sabor forte e bem marcante e o missô tempera total.

Vamos para a receita? Vou colocar a versão completa mas ela também tem versão vegana substituindo apenas UM ingrediente!

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A foto também não ajuda mas eu não sei tirar foto de comida, desculpa.

☕🍲🍜Soba com funghi, shimeji e molho de missô e shoyu☕🍲🍜

Ingredientes

  • 100g de macarrão tipo SOBA (macarrão de arroz ou “macarrão para yakisoba”)
  • 50g de cogumelos funghi secos
  • 50g de cogumelos shimeji frescos
  • 1 colher de sopa de manteiga (pode substituir por óleo de coco se quiser a receita vegana!)
  • Um pacotinho de mistura de missoshiro (é missô, uma pasta de soja). Você pode ver do que se trata nesse link. Caso queira fazer com o missô que vem no pote de margarina, dissolva uma colher de sobremesa em água antes de colocar. Não use o que parece uma sopinha vono, aquele não presta.
  • Shoyu a gosto

Modo de preparo (bem explicadinho passinho por passinho)

  • Primeiro, hidrate o funghi. É só colocar na água, bastante água, e esperar que ele amoleça. O funghi dobra de tamanho quando hidratado, mas ele vai encolher novamente quando for para a panela, então não se assuste com a quantidade.
  • Aproveita esse tempo também para lavar e cortar o shimeji, tirando aquela raiz mais grossa – eu costumo separar os “mini cogumelinhos” um a um, mas aí é gosto pessoal (eu acho mais bonitinho 🙈).
  • Quando estiver molinho, escorra o funghi.
  • Coloque a água para fazer o soba no fogo.
  • Em uma frigideira, com fogo baixo (a receita inteira é feita no fogo baixo) coloque o shimeji e deixa ele cozinhar.
  • Não precisa colocar água nem óleo e nem nada, ele vai soltar a água dele mesmo e vai começar a cozinhar (ele não frita e não gruda na frigideira!).
  • Quando essa primeira água secar, coloque o funghi já escorrido e deixa eles ali, soltando água. Pode mexer se quiser, mas não precisa. Se a frigideira é anti aderente, eles não vão grudar. Se desconfiar que deu aquela grudadinha, pode mexer sem problemas.
  • A água do soba começou a ferver? Então coloque o macarrão sem quebrar. Ele vai descer aos poucos, enquanto cozinha. É importante manter o tempo de cozimento da embalagem (que varia entre 3 e 6 minutos, geralmente) porque esse macarrão é bem diferente do macarrão que estamos acostumados.
  • Enquanto o soba vai ficando pronto, acrescente a manteiga ou óleo de coco nos cogumelos. Agora sim eles dão uma “fritadinha”, mas na verdade já estão prontos. A manteiga vai começar a fazer o “molho”.
  • Assim que a manteiga estiver bem derretidinha, acrescente o missô ou pacotinho de mistura para missoshiro.
  • Misture BEM o missô. Ele já é um tempero mais completo, é feito à base de soja e é MUITO salgado. Por isso não vai sal nessa receita.
  • Tire o soba do fogo e escorra, mas deixa só um pouquinho (bem pouquinho) de água nele.
  • Coloque o shoyu nos cogumelos. Nesse ponto, é gosto pessoal – eu coloquei cerca de duas colheres de sopa, mas aí você decide se quer mais ou menos forte de shoyu.
  • Coloque o soba escorrido com aquele pouquinho de água.
  • Esse restinho de água do soba vai ajudar a criar um “molho” que vai engrossar bem pouco. É coisa de mais uns 5 minutos no fogo baixinho para que isso aconteça.
  • Vá mexendo o soba com os cogumelos durante esse tempo. Não é um molho grosso, então tem que mexer bem e depois “caçar” cogumelos para colocar no prato. Eles não grudam no macarrão hahaha.
  • Tudo incorporado e bonito, com aquele cheirinho de comida diferente pela casa? Apague o fogo e bom apetite!

Versão vegana: pode substituir manteiga por óleo de coco. A consistência dos dois parece diferente, mas o efeito é o mesmo.
Rendimento: 4 porções (se você for esfomeadinho como eu, rende só duas hahaha)
Tempo de preparo: 30 minutos

Custo: cerca de R$40 (R$ 10 por porção)
Valores estimados*
Soba: R$ 6 (pacote grande, rende muito)
Funghi: R$ 9 (comprado na zona cerealista – veja o guia!)
Shimeji: R$ 10 (bandeja em promoção no Carrefour)
Shoyu: R$ 4 (pequeno)
Missô: R$ 2 (vem em pacotes de 10 na Liberdade)
Manteiga/Óleo de coco: R$ 5/R$ 20 (rende muito, especialmente o óleo de coco. Também comprei na zona cerealista)

*Valores mudam conforme a região em que você está. Estes preços são valores estimados para a cidade de São Paulo, com custo de deslocamento pois alguns itens foram comprados na Zona Cerealista. Portanto, o custo da receita pode aumentar ou diminuir conforme a região que você mora.


Quem experimentar me conta se curtiu!

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5 motivos para você ver Doctor Strange (Doutor Estranho)

Motivo 1

Benedict Cumberbatch

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Ele é o Sherlock Holmes da série Sherlock. E ele é um cara diferente, ele não é especialmente bonito, mas ele tem um charme, comumente chamado de borogodó. E ele é um bom ator, é um cara que consegue ser engraçado mas também consegue ser sério. É uma delícia ver a evolução dele como personagem ao longo do filme, porque – apesar de corrida – não é forçada, ele conseguiu deixar como algo bem natural.

Motivo 2

Efeitos Especiais

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Eu tentei achar mais mas, como não quero dar spoiler, vou colocar só esses. Os efeitos especiais do filme são realmente muito bons, seja nas batalhas nas ruas, com um mosaico acontecendo enquanto as cenas de ação se desdobram, seja nos feitiços dos personagens, o filme é LINDO.

Motivo 3

Alívio Cômico

Conseguiram colocar piadas no meio de uma história super triste e o negócio funcionou. Em partes, pelo carisma dos personagens mas também por conta de um roteiro bem amarradinho.

Motivo 4

A história é boa

Muito além de um milionário que decide salvar o mundo, Doctor Strange conta uma história de pessoas. Não é pra ser crível porque, poxa, é filme de super-heróis, mas só o fato de ele ser humano e ter atitudes tão humanas deixa o lance mais complexo do que parece ser a princípio. Fora isso, o personagem tem um universo bem interessante que, bem explorado, pode levar a uma série de outros filmes – ou até a uma série spin off WHY NOT? (Eu já vou sonhando lá no alto)

Motivo 5

Tilda Swinton

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Eu acho que Tilda é uma das maiores atrizes da atualidade. Poucas pessoas são tão versáteis e, apesar de ser apenas coadjuvante, ela tem uma participação expressiva. Dessa vez, a atriz camaleão aparece com a cabeça completamente lisa e movimentando-se com destreza – parece uma bailarina. Tilda é o tipo de atriz que você não imagina em filminho de herói, né? Mas acho que a escolha foi muito acertada.

Bônus – GIFS DA TILDA

Frutas da estação – Novembro

Eu passei boa parte da minha vida sem comer fruta e agora que eu como, eu como MUITA fruta.

Algumas frutas são sazonais, ou seja, elas só estão disponíveis em abundância ou num preço melhor em determinada época do ano.

O site Drinquepedia tem uma tabela ótima de sazonalidade, mas aqui eu vou falar das frutas mês a mês, assim a gente se prepara junto para fazer a feira 😉

novembro

Abacaxi: eu não sou muito fã porque me enche de afta, mas agora é a época daquele menorzinho, o pérola, que é mais doce. Para escolher abacaxi é fácil: dá uma puxada numa folha do centro da coroa, quanto mais fácil sair, mais maduro está. O abacaxi é rico em fibras pra fazer você cagar direitinho ir no banheiro certinho, tem vitamina C e Betacaroteno, esses lindos que evitam que a sua imunidade baixe.

Acerola: eu gosto de misturar no suco. Tem um pé de acerola lá na praia, comi tanta que enjoei, acho. Quanto mais vermelha/vinho ela for, mais madura está. Acerola é tipo feijões de todos os sabores do Harry Potter, só comendo pra saber se vem uma docinha ou uma azedona. É rica em vitamina C, tem muito mais que a laranja, por exemplo, e ajuda na manutenção da imunidade.

Banana nanica e prata: eu amo banana, especialmente banana prata. Quando ela está bem amarela, aquele amarelo que chega a ser escuro, já com umas pintinhas pretas nas casca, então, é essa que derrete na boca e é doce. Banana verde amarra, eca. A banana é rica em potássio, que ajuda a prevenir câimbra em quem faz exercício regularmente, fora que ela é rica em fibras e em vitaminas do complexo B, esse bonito que ajuda o sistema todinho da gente a funcionar.

Caju: amo muito e amo quando é época! Só fica barato aqui em SP por uns 2 meses, então é pra aproveitar muito. É rico em vitamina C e tem pouca frutose (o açúcar das frutas que pode dar pico de glicemia). Pra escolher, é só olhar a castanha em cima, se estiver bem escura tá madurinho.

Coco verde: água de coco, óleo de coco e o coco mesmo, eu amo. Nessa época, tem água de coco verde em tudo que é canto. Coco é bom quando cai do pé, então é bom comprar e sempre esperar um pouco antes de abrir – e, por favor, cuidado com os dedos na hora de abrir o coco, por favor. A água de coco hidrata e o coco tem tantos benefícios que eu vou fazer um post só pra ele (me cobrem).

Framboesa: já tive até blog com esse nome de tanto que eu gosto dessa frutinha. Ela é docinha, quanto mais escura mais doce é e mais madura ela está. Pode acompanhar qualquer coisa: quer colocar no iogurte? Combina. Quer colocar no arroz? Combina. É rica em vitamina C e ajuda a prevenir a nossa imunização racional imunidade.

Jaca: mamãe amava, eu tenho sentimentos controversos. É uma fruta que cai do pé quanto está madura e eu sinceramente não sei escolher… Mas é rica em vitamina A, C e potássio, então boa coisa deve fazer além de feder sua geladeira para todo o sempre.

Laranja pera: tem várias variedades (hã hã hã) de laranja no mercado e a pera é das mais populares. Ela precisa ter a casca bem lisa e brilhante e não estar muito dura, aí tá no ponto de comer ou fazer suco. A laranja é boa porque tem bastante vitamina C, mesmo que tenha muita frutose. Em todo caso, ela pode servir de esponjinha pro sal: errou na hora de salgar o feijão? Tudo bem, só jogar uma laranja dentro.

Mamão: eu AMO ÉPOCA DE MAMÃO. É tipo minha segunda fruta favorita na vida (a primeira sempre será banana). Cata aquele mamão mais amarelinho, aquele que tá com a casca lisinha e ele tá meio molengo, é esse que tá maduro e pronto para ser consumido. Já conhecido por todo mundo como a frutinha que faz seu intestino funcionar, o mamão é rico em fibras que ajudam também na absorção de nutrientes na passagem pelo canal do cocô.

Manga: eu também AMO MANGA. Desculpa, eu amo várias frutas. A manga é doce e, apesar dos fiapinho que servem de fio dental ou, se você for porquinho, vai perder pra sempre no meio dos dentes, a manga é uma fruta prática: partiu, comeu. Escolher é fácil: não pode estar molengona, tem que estar predominantemente vermelha e amarela, mas se tiver verde tudo bem, ela dá pra “semana”. A variedade Tommy não tem fiapinhos #ficadica. A manga tem muuuita vitamina C e supre qualquer vontade de docinhos pois é rica em frutose. Pro pré-treino a manga é amor, é glicose, é queima de carbo.

Maracujá: calmante natural, docinho, dá pra fazer várias comidas boas… Maracujá é versátil, rico em vitamina C e em fibras, mas também tem vitaminas do complexo B, tem vitamina A, tem fósforo… Ou seja, consuma maracujá. Pra escolher é fácil: quanto mais pesado e enrugado, melhor. Tá lisinho, com casquinha brilhante? Tá verde e não vai estar tão doce. Quanto mais o maracujá parece seu vô, melhor (desculpas antecipadas a todos os avôs).

Melancia: olha, eu vou ser bem sincera e não quero ninguém me julgando, mas acho melancia um negócio bem sem graça. Como, mas não tenho grandes amores. Melancia boa é a que está pesada, casca lisinha e brilhante, que você dá um tapa e estrala a mão. A melancia tem muita muita muita água mesmo e isso é ótimo, porque nesse verão de meu Deus ela ajuda seu corpo a ficar hidratado. A melancia também tem licopeno, um negócio que previne várias coisas ruins mas o legal mesmo é que ele ajuda a manter sua imunidade em dia.

Melão: não sou fã porque eu acho muito doce, mas tem algumas variedades que eu bem curto, viu? Eu e o namorado temos consumido muito o melão cantaloupe, ele é pequeno, amarelinho e tem gosto de bala de melão. Pra escolher os que tem a casca mais grossa, tem que apertar no “umbigo” dele, onde foi colhido, se estiver mais molengo é porque está maduro. O melão tem bastante fibra, além de vitaminas A e C.

Nectarina: gosto mais do que de pêssego, pra ser bem sincera. Não é uma fruta muito barata mas na época vale a pena comprar. Sai apertando as nectarinas todas na banca sem medo de ser feliz, se não estiver muito firme é essa mesmo que você tem que pegar. A nectarina tem vitaminas A, C, Zinco e Fósforo, sendo que esse último é um mineral sucesso que ajuda a manter a saúde celular da sua pele. Além de tudo, o nome nectarina é muito bonito.

Pêssego: é a fruta favorita do meu namorado (nossa que informação super relevante). Se está no ponto certo, o pêssego é bem doce, especialmente se for o americano. Se a casca está bem vermelha e ele está meio mole, é o ponto certo, basta abrir e se deliciar. O pêssego nacional é bem pequenininho, o americano é grande e tem ainda o espanhol, que é achatado e estraga muito rápido (não recomendo). O pêssego tem potássio, sódio, catotenóides (o nome é feio mas o benefício é bom), tem vitaminas A, B e C, além de ter fósforo também, o lance da pele de pêssego vem dele. Sigo preferindo nectarina.

Tangerina ou Mexerica: tem gominhos então não sou lá a maior fã, mas tem bastante vitamina C pra manter a imunidade em dia, tem vitamina B12 que deixa as cabelas bonitas, tem cálcio que deixa os dentes bonitos. Escolher é fácil: tenta pegar as que tão balançando dentro da casca, que não precisa ser lisinha e brilhante. Na dúvida, pede pra alguém abrir pra você (na feira sempre abrem).

***

É isso, espero que tenham curtido o post. Gostei de ensinar a escolher as frutas e compartilhar o que tem de melhor em cada uma delas.

Agora é comprar e comer.
Bom apetite!