Desabafos e outros dramas

O que eu tenho hoje?

Tem uma imagem que apareceu algumas vezes no meu feed das redes sociais essa semana:

Sim. Planeje-se, organize-se e alcance!

Uma foto publicada por Vida Organizada 🕐 (@blogvidaorganizada) em Set 24, 2016 às 6:18 PDT

//platform.instagram.com/en_US/embeds.js

É bonito? É. Mas é também uma forma de repensar o que a gente tem pedido.

Quando eu era mais nova, a minha mãe me falou “toma cuidado com o que você deseja, porque você pode conseguir”. E é verdade verdadeira, o que a gente “joga” para o Universo costuma voltar, às vezes demora e às vezes você se engana com o pedido, mas uma hora aquilo sempre vai chegar.

Por isso, vou voltar com meu “Diário de Gratidão”. Ao meu ver, ser grato a algo é devolver para o Universo em forma de energia boa qual o motivo da minha felicidade. Para mim, não é agradecer por algo, é ser grato por algo. Por exemplo, você pediu um copo d’água para alguém e a pessoa prontamente atendeu. Você agradece pelo que a pessoa te deu, mas você não é grato por isso. Você é grato pelo que aquela pessoa representou na sua vida, que foi acabar com a sua sede. Consegue entender a diferença que eu vejo?

Quando a gente “joga” as coisas boas por aí, a tendência é que mais motivos para agradecermos apareçam, assim como mais motivos para termos gratidão.

E mais coisas boas voltam pra gente também 🙂

Bom, com tudo isso em mente, lembrei de uma indicação de livro: “A Arte de Pedir”, da Amanda Palmer. Ela tem uma banda independente e fala como o sistema de crowdfunding foi importante tanto para ela como para os fãs, além da reflexão de que somos ensinados o tempo todo a ser autossuficientes mesmo quando não precisamos disso. Vale a leitura demais.

Respondendo a pergunta do título: hoje eu tenho ao meu redor pessoas que se importam comigo e sou grata todos os dias pelas oportunidades e ensinamentos diários que elas me trazem. É simples e muito claro para mim quem vocês são e sei que vocês sabem quem são, então não preciso nomear um por um. Amo vocês.

Organização Pessoal e Bullet Journal

Organizando a vida com um Bullet Journal

Resolvi ter um bullet journal. Depois de muita e exaustiva pesquisa vendo vídeos sobre métodos de organização, o BuJo – apelidinho carinhoso – me pareceu a maneira mais prática – ou menos zoneada – de começar a jornada para ser uma pessoa mais organizada.

A última coisa que eu vou procurar é o tal do caderno quadriculado. A primeira coisa que eu vou fazer é já pensar na montagem do BuJo focando na minha produtividade e na minha divisão de tarefas, planejamento semanal e mensal, além de dar um cuidado especial pra ele – no sentido de usar o negócio mesmo.

O Bullet Journal é um método de organização desenvolvido por Ryder Carrol, um designer de NY. O método é bem simples e parte do princípio de fazer uma organização semanal das suas atividades.

O BuJo se divide em duas partes, que são as páginas fixas: legenda das tasks, índice – que é essencial para encontrar as coisas nele depois -, planejamento mensal (future tasks) e semanal. Mas muita gente coloca outras coisas legais no BuJo, como livros para ler, filmes para ver, um “diário de gratidão” ou as “memórias”, os diários de hábitos e aniversários.

Quando montar o meu BuJo eu falo um pouco melhor sobre essas coisas. Apesar de serem super legais de fazer, essas páginas não são obrigatórias, apensa o tracker semanal de tasks (tarefas, itens a cumprir) e compromissos que valem, ok?

Para entender o método é mais fácil assistir ao vídeo do próprio Ryder Carrol, em inglês e visitar seu site:

Abaixo, algumas inspirações dessas “páginas aleatórias” que gostei e que, muito provavelmente, vão compor meu BuJo – lembrando mais uma vez que não são obrigatórias.

Livros para ler

5e61ad282dd7c349de45299270396059
Fonte
1996aa633de82e8371d2deb565ceda4d
Fonte

Filmes para ver

ab0d8210e6f6a19a057d005caa7bdb00
Fonte
4bd8443a6e3e621bed39553477a23882
Fonte

Diário de gratidão

9db30d3ebe0ad5237d754469f59285d6
Fonte
9ecace3dbb58ade3211d48944ab3df01.jpg
Fonte

Aniversários

4c08b62f65ed2e53e137ebccb0f54e54
Fonte

Diário de hábitos

1d47e86ab9f6a15c64751ee82b9f1f81.jpg
Fonte
db4a81f98118d88f8b27ea25c696101f.jpg
Fonte

 

***

Se você quiser ver essas e outras inspirações de páginas aleatórias, decoração do BuJo ou outras imagens inspiradoras, me segue no Pinterest!

Comida e Bebida

30 dias sem açúcar

Sempre que eu leio algo relacionado à vida saudável, o açúcar aparece como vilão, sendo o grande agente causador de todos os malefícios da sociedade moderna. Bom, todo exagero é equivocado mas eu fiquei muito com a pulga atrás da orelha quando pensei que sempre comi muito açúcar durante a vida inteira e que, mesmo adotando uma alimentação rica em proteína, fibras e nutrientes para melhorar meus índices, eu ainda consumo açúcar.

A minha dieta atual permite o uso de stevia, um adoçante natural, mel e frutas. Além disso, tem uma barra de proteína que pode entrar na conta e é um salva vidas quando eu fico na loucura e não tenho tempo de preparar um lanche propriamente dito. Porém, um dos ingredientes dessa barrinha é açúcar, o outro é maltodextrina* – inclusive, são os primeiros que aparecem no rótulo…

Uma das coisas que li nessas andanças pela internet é que o açúcar é como um vício: seu corpo pede sempre mais e ficar sem é como uma desintoxicação por drogas, com dores de cabeça, fadiga e outros sintomas. Quando li sobre isso, também me informei sobre os efeitos do açúcar no corpo e soube até que a indústria financiou pesquisas nos anos 60 para dizer que ele é bom.

Assim fica difícil te defender, miga.

acucar-960x500
Açúcar refinado. Fonte da foto.

Bom, pensando nisso tudo e querendo fazer um relato mais pessoal, quiçá abrangente, do tema, resolvi cortar o açúcar. Nada de barrinha de proteína nesse período, apenas adoçantes naturais como frutas e mel, nem Stevia vai entrar na conta.

Quero descobrir como um corpo reage sem açúcar, se vou ou não ter vontade e como vai ser tomar café puro (horrível, eu odeio café sem açúcar). Ao mesmo tempo, quero descobrir outros tipos de adoçantes naturais.

Eu sei, o mel também pode ser vilão. A ideia é que a quantidade ingerida seja bem pequena (cerca de 10g por dia ou duas colheres de café). Fruta em excesso também não é uma boa, então serão até três porções por dia. Outro ponto são as frutinhas secas que eu amo (uva passa, cramberrie e mirtillo), que tem sua quantidade bem reduzida a uma porção pequena por dia. Quando comer uma fruta normal, não come a cristalizada e vice-versa.

A ideia é descobrir o que acontece com o corpo. Hoje, minha glicose fica entre 90 e 110, índices altos porque estive um bom tempo no que os médicos chamam de pré-diabetes.

Será que a glicose vai baixar? Será que meu corpo vai aguentar? Será que eu vou canibalizar pessoas se deixar de comer açúcar?

*Maltodextrina: para quem pratica exercícios físicos regularmente, a maltodextrina é aliada porque vai metabolizar muito rápido no corpo e gerar picos de insulina. A “malto” é um carboidrato, necessário para o corpo produzir energia e deixar que as proteínas façam seu trabalho, mas que deve ser consumida apenas por quem tem alto índice de gasto calórico/energético. Quem não faz exercício e consome maltodextrina produz glicose, tem pico de insulina e, se a energia não for usada, vira gordura. Posso ter dito alguma besteira aqui porque não sou nutricionista e nem especialista, escrevi esta observação apenas pela pesquisa. Quer tirar suas dúvidas com alguém que manja muito do assunto? Procure um nutricionista!

***

Se você quer me acompanhar nesse desafio, me siga no Instagram e no Snapchat @carolccini!